Quantos me vêem?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Hannibal

Infelizmente, não vi os filmes referentes a cada trailer, mas tive a sorte de ler os livros que deram origem aos filmes, correspondentemente, "O Silêncio dos Inocentes" ("The Silence of The Lambs") e "Dragão Vermelho" ("Red Dragon"). De momento estou a ler "Hannibal", que também deu origem a um filme. O último vídeo é o trailer desse mesmo filme.

Livros da autoria de Thomas Harris.













quinta-feira, 23 de junho de 2011

Momentos



Já passaste por aqueles momentos:
- em que vais para a cozinha quando na verdade querias ir para o teu quarto e perguntas "o que raio faço aqui?"
- em que quando andas na rua e há alguém que te diz "olá! lembras-te de mim?" e tu tens vergonha de dizer que não te lembras e para isso inventas uma desculpa esfarrapada?
- em que dás por ti a rir-te sozinho/a num local público por te teres lembrado duma piada que te contaram há meses atrás, e fica toda a gente a olhar para ti a pensar se és normal ou não? (isso já me aconteceu -_-")
- em que andas perdido/a por várias ruas à procura de uma loja por onde já passaste umas 1000 vezes?
- em que estás a ver um filme aborrecido no cinema e quando dás por ti percebes que estiveste a dormir durante o filme inteiro?
- em que estás morto/a de sono e só te queres ir deitar, e quando finalmente te deitas apercebes-te que já perdeste o sono?
- em que apanhas um daqueles sustos tão grandes que só apetece chorar, e em vez de chorares começas-te a rir?
- em que vês um/a amigo/a teu/tua a cair e começas-te a rir e, minutos mais tarde, és tu quem cai misteriosamente? (estavas a andar, não te esqueças xD)
- em que andas no passeio e há uma pedra que está acima das outras, que quase te fez cair e pensas "ufa, escapei-me desta" e estás tão distraído/a por causa disso que acabas por cair numa outra pedra que também estava acima das outras?
- em que tentas atrair a atenção daquele rapaz bonito (ou daquela rapariga bonita) e andas tão bem, mas tão bem, que cais assim do nada e apanhas uma vergonha tal que já nem queres ver à frente o tal rapaz (ou rapariga)?
- em que andas numa montanha russa, e apercebes-te que és o/a único/a a gritar como um/a doido/a?
- em que conheces uma piada que para ti é engraçada, mas quando a contas aos teus amigos eles acham-na seca?
- em que quando entras numa loja e pedes informações sobre um produto, acabas por sair da loja exactamente sabendo o que sabias quando entraste?

- em que lês este texto todo e relembras alguns bons momentos que passaste?

Espero ter-te feito sorrir =D

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Sofrimento é o Nosso Eterno Companheiro


Pensa em quantas vezes sorris ou te ris num dia. Compara com a quantidade de vezes que choras, ficas abalado/a, triste ou neutro/a. Certamente verás que choras mais vezes do que sorris.
Porquê?
Simples: porque todos amam destruir-se, mas odeiam amar. O Mundo está cheio de pessoas que não sabem ter amor ás pessoas e a tudo o que os rodeia. Estamos divididos: ou somos os sádicos, ou somos os masoquistas. Sofremos, fazemos sofrer, destruímos, quebramos...
Eu aprendi a perdoar.
Aprendi, por mim mesma, a perdoar, e a saber perdoar.
Aprendi também a amar.
Amo muita coisa. Amo-me. Amo os meus amigos, a minha família, a minha alma gémea (tive a sorte de a encontrar, apesar de me fazer sofrer), amo a música, a escrita, a leitura, a pintura, a Natureza...
Amo muito, e isso é tanto uma maldição como é uma qualidade.
Pergunto-me várias vezes (e chego a pensar que não vale a pena pensar mais em responder) o porquê das pessoas não saberem amar. Apenas sabem destruir-se e destruir os outros e o que os outros construíram com o suor do seu esforço.
Compreendo que certas destruições nos possam levar mais alto; por vezes temos de (desculpem a expressão) foder alguém (ou algo) para termos o que queremos. Mas daqui falo do tipo de destruição em massa, que atinge todas as pessoas.
Uma pessoa que destrói em massa não é feliz, mas é "amado" pelas pessoas do seu tipo. Uma pessoa que ama é eternamente feliz, mas é constantemente fodido pelos destruidores até não poder mais.
Enquanto escrevo isto, admito que tenho uma enorme vontade de chorar. Não o faço, porque já estou habituada a sofrer; conheço a maioria da dor que existe, e a dor já se tornou um hábito. Por vezes ainda choro por causa de uma ou outra dor, mas há dores que sinto e já me são tão triviais que deixo passar e continuo em frente.
Sofri mais que qualquer adolescente na minha idade.
Não vou chorar.
Vou erguer a cabeça, limpar as roupas poeirentas, e começar a andar. Passo por passo.
Não é por acaso que alguém disse que:
"Se caíres 7 vezes, levantas-te 8." - Anónimo 

"Hannibal Rising"

Dois pesos, uma balança


Já viram este símbolo várias vezes. O símbolo deriva da filosofia chinesa, e representa os opostos existentes no mundo. Quente - frio, amor - ódio, homem - mulher, triste - feliz, etc. Sigo esta filosofia: acredito que o mundo é regulado através do peso de cada oposto. Metaforicamente, o mundo é uma balança onde num prato há um oposto e noutro prato há outro oposto, de modo a que o efeito do peso de cada oposto dê estabilidade ao mundo. O Yin-Yang não representa apenas esta dualidade; o "peixe" preto com olho branco (ou o "peixe" branco com olho preto) significa que, por exemplo, num momento de escuridão existe um foco de luz, ou que no ódio existe um pouco de amor, etc, e eu também sigo isso.
Esta filosofia afecta a minha visão do mundo, tal e qual como muitas outras filosofias, ideais, ou mesmo ideologias políticas, e por aí diante. O Mundo não é o mesmo para todos, todos nós vemos tudo de infinitas perspectivas diferentes. Melhores ou não, não as julgo; sempre tentei ser o mais imparcial possível perante várias perspectivas e opiniões pessoais. São as filosofias (e etc...) que cada um de nós segue que nos dá a qualidade de "pessoas"
Agradeço a um amigo (que não mencionarei o nome por respeito), porque é com ele que tenho maiores discussões sobre política, sociedade, religião, filosofia, e por aí diante.
E este texto não existiria sem as nossas conversas. =D

terça-feira, 7 de junho de 2011

Percursos Académicos

Mais uma semana e acabo o 10º ano. Curso de Humanidades. Pretendo seguir Antropologia das Emoções, que estuda o comportamento humano, linguagem corporal e como o nome indica, emoções.
Em pequena, todos me perguntavam o que é que eu queria ser quando fosse grande. Eu nunca respondia, ou dizia "não sei". E quando dizia "não sei", voltavam a perguntar "não sabes? isso é estranho, porque todos os outros sabem." Errado. Pois se fossem todos, eu estaria incluída. Mas não estava. Não sabia mesmo o que queria ser quando fosse grande. Não queria ser médica, advogada, juíza, polícia, bombeira, nada disso. Queria conhecer primeiro o mundo e sim, depois escolher. E escolhi vários. Passei por ter uma paixão pela Fotografia, adorava poder agarrar nas coisas e pará-las de modo a ver a sua beleza instantânea. Mexer nos tons, na luz, fascinava-me. Mas essa paixão acabou, porque era uma paixão. Então virei-me para Antropologia Cultural. Conhecer várias culturas, povos, rituais, lendas, modos de pensar, tradições, e a sua história era o meu objectivo. Mas percebi que cá em Portugal essa área não me dava mercado de trabalho, mas dava-me conhecimento e cultura geral, coisa que muitos portugueses não apreciam. Ainda insisti comigo mesma para não desistir de Antropologia Cultural, mas pensei: "é preciso andar cerca de 5 anos ou mais para andar a estudar algo que eu mesma posso muito bem estudar ao longo da minha vida e com a minha própria experiência pessoal?". Então virei-me de novo para Antropologia das Emoções, o que não só me garantia trabalho (ajuda em interrogatórios a suspeitos na Polícia Judiciária, advogada de defesa, etc...) como me garantia uma boa capacidade de raciocínio, algo que sempre apreciei. Daí estar num curso de Línguas e Humanidades. Depois do 12º ano planeio ficar um ano a trabalhar para arranjar dinheiro para o meu sustento e durante esse ano pensar em que universidade ou faculdade irei estudar. Mas sei que mesmo antes de chegar ao 12º, muita coisa pode mudar. Eu posso mudar. O país pode mudar. O Mundo pode mudar. Tudo pode mudar, e até lá...=D

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O Início

Não sei onde estava com a cabeça para começar a fazer um blog. Pensei, ainda assim, fazê-lo.
Para começar, vou falar um pouco de mim.
Nasci a 18 de Dezembro de 1995.
Sou tímida, teimosa, optimista, alegre, simpática, leal e energética.
Vivo todos os dias como se fossem os últimos; não acredito que haja coisas que tenham a característica de "feio", acredito sim que tudo tem a sua beleza, tanto interior como exterior e dependendo da maneira como se manifesta; sou única, ou seja, não existe alguém no mundo a quem me possam comparar; olho e avalio as pessoas pelo seu interior, por aquilo que elas são e não por aquilo que aparentam ser; acredito que nunca conhecerei ninguém para sempre, porque as pessoas mudam, os tempos mudam, tudo muda; não sou uma pessoa que confia facilmente em alguém, e isso é tanto bom como mau, mas as pessoas podem confiar em mim, porque sou leal; quanto a amigos, tenho-os poucos, mas bons, e alguém que se revelou não ser um bom amigo será para sempre um traidor e nunca voltará à qualidade de amigo...
Além do que disse aqui, muitos que me conheçam bem podem acrescentar mais defeitos e qualidades, pois nem eu sei definir-me com grande perfeição.
Sou eu, basicamente.